Comecei a pensar comigo mesmo... Dar um livro de presente... Este ato muda de significado de acordo com a pessoa que é presenteada. Às vezes ela nem gosta de ler... Às vezes prefere meias, camisas, vestidos, calcinhas... Às vezes se entristece.
São poucos os seres que vivem pela leitura, isso é raro e não é contagioso. Mas quando o livro certo é dado à pessoa certa... acaba se tornando algo sublime, pode-se com esse simples ato acordar um gosto, um dom, uma vocação.
Na semana passada faleceu um homem que em 2002, quando eu ainda tinha preguiça de ler um livro inteiro, me deu O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway. Alguns anos mais tarde vim a amar literatura e com isso, vim a ter Hemingway como um de meus ídolos (juntamente com Byron, Rimbaud, Sade e Nabokov), um dos ídolos que me impulsionam e me fazem continuar tendo esperança para trabalhar na minha área.
Este homem sem saber me influenciou positivamente e intensamente a fazer o que faço e amo fazer. Que a luz dele brilhe em mim e que com sua ajuda eu possa atingir meus objetivos. Sei que ele está bem aonde está. Não haveria motivos para o contrário, pois ele foi um exemplo.
Merci beaucoup, mon cheri ami. Un jour vous verrez que je serai un bon professeur comment vous avez eté.
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